A origemVinte anos vendendo e negociando.
Passei duas décadas no campo, vendendo e negociando de verdade — não em teoria, em sala de aula. Todo dia, no lugar onde uma negociação vale muito e o erro custa caro.
Foi ali que aprendi, na prática, a única coisa que importa: o que faz um negócio vender, e o que faz ele travar.
A viradaFui para a tecnologia porque precisava construir algo melhor.
Em algum momento ficou claro que as ferramentas que existiam não davam conta do problema real. Em vez de reclamar, decidi construir. Criei o Painel do Dia — um SaaS de CRM que desenhei do zero, construí e opero até hoje, com uma assistente de IA própria.
Não encomendei essa tecnologia de uma agência. Eu a construí. E foi construindo que descobri onde estava a minha vantagem: não no código, mas em saber exatamente o que precisava ser construído.
HojeIA e tecnologia como ferramenta. Negócio como bússola.
Hoje uso inteligência artificial para construir produtos, sistemas e estruturas digitais numa velocidade que era impensável há pouco tempo. Mas a IA é a ferramenta, não a estratégia. A ordem que eu sigo é sempre a mesma: negócio primeiro, produto depois, tecnologia por último — como meio.
É por isso que o que eu entrego não é um experimento bonito que não gera nada. É algo pensado para funcionar comercialmente desde o primeiro dia.
Um princípioSe for para fazer, faça certo. Prefiro construir uma coisa que resolve de verdade a dez que só parecem modernas.